Tradução

Este é o meu espaço livre na MATRIX, onde posso depositar as emoções (e ilusões) da (minha) vida e brincar de jornalista, crítica, prêmio nobel da literatura... Escrevo não só por necessidade, mas também para entender o porquê, dela, de pensar o tempo todo, e de tantas palavras, tantos textos nascidos semi-prontos pedindo para gritar. E aí, quem sabe, alguém lê e me explica por que eu, e não só eu, com medo de ser decifrada, preciso tanto de tradução.



viernes, septiembre 24, 2004

Touch by Angel

"Assim, como quem não quer nada, num último ato antes de começar a resolver a pequena lista de tarefas do dia, fui a um lugar que sempre vou. Um lugar que, por mais pior de ruim e apressado que esteja meu dia, eu sempre vou, porque eu gosto, porque por um momento parece que tem alguém no mundo com que é possível partilhar, compartilhar, certas sensações. Sensações (e não apenas fatos), muitas vezes, são o que mais importam no seguir dos dias. Hoje, ao chegar lá, nenhuma bolhinha de água saiu do meu mouse.

A primeira vez foi por estar na lista do BON, eu gostava de ler e conhecer outras escritas. Era hilário, muito engraçado mesmo! Um cara que escrevia o que eu resmungava baixinho todos os dias: o barulho dos vizinhos, o ônibus atrasado no sol escaldante, pessoas sem noção, a cidade em obras, um monte de coisas, tudo, embora revoltante, escrito de forma a me fazer pular na cadeira. Do primeiro post ao arquivo todo, e depois dia após dia, não perdi uma palavra. Talvez essa tristeza que sinto agora também seja por eu não saber se houve algo que eu não li, por não poder voltar no tempo, já que a página agora é cinza.

Com o tempo, de forma gradual, os posts foram mudando: menos sátira debochada, um pouco mais de opinião, um pouco mais de sentimento. Os comentários diminuíram - pensar é exigir demais do grande público. Acredito sinceramente que aos poucos o querubim se mostrava, com uma sensibilidade, uma beleza que pensava ser impossível num homem ou num anjo. Sinal dos tempos, mais de dois aniversários passados, mais de um ano todo de leitura, estranho seria se nada mudasse.

Uma vez pensei no fim. Era tarde ensolarada, no centro velho da cidade. Eu andava saltitante, rindo à toa, depois de ligar para uma amiga aos berros: ele comentou no meu blog!!! The first comments, nunca olvidamos. Ato contínuo ao de dizer "não acredito! Alguém que eu admiro sabe que eu existo!", foi o de pensar "e quando acabar, como será? como será o fim? o que eu vou sentir? Um terrível vazio, um vácuo preenchido e abandonado..."

Hoje, abri a página, e o texto de "até logo, quem sabe" também era fabuloso, mas não dava pra sorrir, era triste, mas, eis então o sorriso, mais triste para quem lê do que para quem escreve. A última palavra e o espaço se despreencheu. Triste, não há palavra mais exata. Mas depois, acabei por considerar algo importante do que estava escrito. Observe, nos últimos meses, é o 2º blog que fecha assim. Há um ano, o Escriba também fizera o mesmo. Um ponto final. Blogs com um considerado tempo de existência. A mim me parece, que a mesma liberdade que veio com o começo, com a possibilidade de por pra fora tanta coisa e tudo o mais, volta mais forte com o fim, por algum motivo como perceber que de repente não é mais tão necessário assim poder dizer tudo o que se quer, porque na verdade, sempre podemos ser sinceros. Ou por ter o tempo de um ritual que se acaba (escrever, publicar, olha comentário...) todo disponível para si. Ou, eu não sei, não é a minha hora ainda, e estou com medo de não saber quando será.

Sim, porque já me cansou uma certa rotina. Estar triste, publicar que está triste, receber comentário 'não fica assim não'. Estar feliz, escrever que está feliz, publicar, receber comentário 'que legal'. Estar feliz, escrever que se está triste quando não se está mais, publicar, receber comentário... Claro existem comentários que melhoram o humor, posts que tornam o passado mais bonito, publicações pelas quais anseio. Não sei, não sei, não quero pensar sobre isso. Não quero pensar sobre muita coisa, e esse não querer traz a questão: por que continuo? por que pararia?

Mas esse post não é sobre mim. É para alguém que saiu para reaprender a usar suas próprias asas. Para alguém que merece ser feliz e, tenho certeza, não precisará de nome ou link para saber que é para você o que escrevo. Escrevo para agradecer. Mesmo sabendo que existem outras formas, e que essa parece exagerada demais, há um bom tempo estou certa de que todo exagero é bem vindo se intenso, e que não há forma melhor de dizer do que dizendo logo o que dá vontade. Obrigada, meu anjo, voe e reze por mim
."

Comments: postado por: Romy Trinity4:25 PM


jueves, septiembre 16, 2004

******* CURTAS **********


Off line

É, a situação tá difícil. Não bastasse eu não ter um computador de uso pessoal e intranferível, agora, devido à política de contenção de despesas lá de casa, cortamos o telefone, pelo menos pra fazer ligações. O caso é que a conta acusava uns 500 pulsos por mês, e eu tenho certeza que a gente não usava isso, mas como já chegamos a 700 pr mês (uso mesmo), não ia adiantar nada entrar na justiça. Depois, alguém tem que pagar a conta, e ninguém que ser esse alguém. Agora pra ligar lá de casa, tem que comprar cartão, e com o minuto a R$0,25, internet, nem pensar. Voltaremos aos cyber cafés, só que em Poá os dito cujos fecham às sete da noite, e os computadores da facú não abrem blogs nem entram no Orkut. Sem comentários.

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Fantasmas

Momento meu diário. Domingo, dia 5, fui ao 1º Reencontro Oficial do pessoal que fez o 2º grau comigo (efeito Orkut). Detalhe, algumas coisas não mudam: mais de 20 pessoas avisadas, 15 presenças confirmadas, apenas 11 compareceram - das quais 2 eram acompanhantes e 3 não tinham dado certeza que iriam. Ademais, é interessante ver os rumos que cada um tomou e ouvir a si mesmo contando o que fez nos últimos 5 anos. Dá um tipo diferente de saudade, uma saudade gostosa. A gafe da noite ficou por conta de eu ter quase (quase mesmo) dado um selinho no mesmo cara por duas vezes - é que eu nunca sei de que lado que se dá aqueles três beijinhos idiotas, e sempre rola um desencontro, ou um encontro... Dos presentes, a única que não noivou, casou, teve filho, fez/faz terapia, nem terminou faculdade ou outro curso e estava de camiseta de banda de rock, era eu. Yupi! Forever young!

Ainda no tópico fantasmas e outros medos, segunda agora, dia 12, fui na minha antiga escola ver o que faltava para conseguir o diploma de técnica, andei por Mogi e fui ao médico sozinha (afinal, eu já sou quase uma mocinha). Um alívio sentir que finalmente consigo separar passado e presente, e seguir a vida. Não mais andei com aquela sensação de "aqui passei os melhores dias da minha vida e agora acabou". Foi uma coisa, "legal, ainda bem que estou vivendo e caminhando em frente". Alívio, alívio mesmo.

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Agenda...

Tô com muita coisa pra ler. E pior, mesmo assim o medo de não ter o que ler ainda persiste e eu ando pela cidade com dois livros na mochila. Tô com muitos trabalhos e pouco prazo de entrega. E pior, mesmo assim, o pavor de fazer as coisas com muita antecedência ainda persiste, e o pensamente do "vai dar tempo" não sai da cabeça. Tô com muita vontade de ir para a praia e/ ou para uma balada forte. E pior, no hay dinero, no hay tiempo e eu tenha muita coisa pra ler e muito trabalho pra fazer.

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Recado para os amigos todos (até para os que não leem o blog): Amigos, é verdade que eu não ligo, não escrevo, nem mando e-mails, mas nem por isso eu me importo menos com vocês, além do quê, vocês sabem que eu sou meio esquecida e atrasada, e que se eu não tenho nada pra falar eu não ligo e pronto. Quem quiser sair, entre em contato e sugira datas. Se a gente deixar pra um dia desses, justo num dia desses eu vou estar de plantão. Ando saindo muito sozinha porque eu me atraso e vocês ficam nervosos e isso estraga o programa, fora o fato de que quase todos os finais de semana eu tô atolada e durante a semana as pessoas trabalham. E, ah, feliz aniversário pra todo mundo.

Comments: postado por: Romy Trinity11:39 AM


sábado, septiembre 04, 2004




"Venho por meio desta declarar meu repúdio à raça humana que, privilegiada pela faculdade de pensar e pela possibilidade de lembrar e aprender, continua protagonizando atos de extrema imbecilidade anti-natural.

Nenhuma raça animal que eu já tenha tido notícias, com exceção da já citada, sacrifica em massa filhotes senão para evitar o sofrimento irreversível destes. Nenhuma outra coloca algo acima da vida e da liberdade - sua e do seu próximo. E todas as espécies consideradas por nós, humanos, como desprovidas de inteligência, mesmo sem conceituar valores como honra, bom senso e bem maior, vivenciam-nos.

Nós os chamamos bichos. "Os bichos" não procriam mais do que podem sustentar. Não procriam em cativeiro, evitam que toda uma geração viva sem se sentir livre. Só matam pra comer e em defesa própria ou dos filhotes. Não defecam nem urinam na água que bebem. Sempre que podem libertam-se uns aos outros. Sacrificam-se pelos amigos, até mesmo quando o amigo é um homem. Eles, os bichos, sempre cheiram bem antes de qualquer coisa. Cheiram até o ar, e decidem então o que fazer.

Nós temos mais filhos do que podemos sustentar, mesmo sabendo como evitar. Nós temos filhos em situações sem o mínimo de liberdade, sem condições de existência. Nós matamos pelo prazer da caçada, mesmo que não precisemos caçar para comer. Matamos para evitar que o outro se defenda, ou que venha a se vingar um dia. Matamos, e achamos que quem mata deve ser morto para que a matança não continue. Nós não só defecamos e urinamos na água que bebemos, fazemos isso na água onde todos beberiam. Quanto mais podemos, mais nos prendemos em casas fechadas, circulos fechados. Fazemos tudo para os nossos amigos, desde que isso não implique em prejuízo algum para nós mesmos. Quase nunca cheiramos o ar e nem sempre pensamos antes de agir. Eles deveriam nos chamar monstros.

Tenho vergonha de olhar qualquer bicho nos olhos. Todos parecem me encarar com medo e repulsa, me perguntando: o que é sequestrar? o que é refém? o que é invasão não-planejada? por que mais de 150 filhotes morreram?. A cada criança pequena, bebê que fosse, que encontrei hoje na rua, engoli o choro, olhei para o chão, e segui andando. E se alguma me perguntasse que mundo é esse que a gente tá deixando pra ela? Leio os jornais e meu estômago se embrulha, manchetes de "Horror" em tantos jornais, presidentes, comandantes dando depoimentos, dando desculpas, como se tudo tivesse dado certo, todos os sequestradores foram pegos ou mortos, ter quase o triplo no número de reféns foi um infeliz detalhe, bem como o fato de a invasão, mais uma vez, não ter sido planejada. A simples existência deles me enoja. Deveriam cometer aquele suicídio japonês por terem perdido a honra. Chego a pensar se todos nós não deveríamos.

O estranho, pra não dizer o pior, de tudo isso é que não vejo humano se importando. Os machos da nossa espécie, dizem que foi necessário, que foi pra dar exemplo, que foi uma tragédia e voltam a comentar os gols do campeonato. As fêmeas, as que sabem o que aconteceu, se comovem um pouco mais, abraçam a cria e voltam a discutir os últimos capítuos da novela da sete. Os que se dizem dirigentes de nações, lançam notas de apoio, e só. Como se não houvesse mais nenhum refém no mundo, como se agora acabou, como se não houvesse outras crianças morrendo de forma tão ou mais vil. E sinto raiva da minha insignificância.

Sorte eu ter um gatinho. Sorte eu ter sete ratinhos. Meu gatinho me disse que não havia nada que eu pusesse ter feito de efetivo. Não tinha como pegar um avião e entrar na frente da porta. Não tinha como ordenar que parassem e pensassem. Que na hora dos fatos eu estava dando comida pra ele, não tinha como eu saber e gritar com eles. A ratinha falou que fiz minha parte, não matei as filhas dela, deixei que vivessem juntas. Que ainda que eu os mantenha todos em cárcere privado, e isso não é legal, pelo menos assim o gato não tem como comer nenhum deles.

Não sei se só esse consolo é suficiente. Mas tenho que continuar, sem saber por quê. Que saiba então a humanidade, que até que me provem que vale a pena, que há bem algum que compense o horror da tarde de ontem, da minha parte não haverá descendentes. "Não deixarei a ninguém o legado de nossa miséria"."


Comments: postado por: Romy Trinity4:07 PM


Não, não é um post escrito no caderno. Mas é sobre um...

OUTRO POETA...

Mudei de poeta, pelo menos por ontem foi Cazuza quem tocou aqui dentro. "Exagerado... eu adoro um amor inventado", é eufemismo pro meu surto de ontem. Em linhas gerais, as mais realistas possíveis, o que aconteceu foi que, em meio ao sempre elevado nível de conversação do bar filosófico de sexta-feira (tema impublicável: qualquer palavra seria flagrante de atentado ao pudor), eu fui me meter a quiróloga com um dos meus colegas de classe, no momento, tema da gozação geral, fiz aquela voz de "eu sei o que estou falando", falei da relação profundidade das linhas da mão/ intensidade com que se vive a vida, criada por mim mesma na hora, e quando virei pra rir de não sei o quê, eis que ele se levanta e vai embora. Simples assim. Em linhas metafóricas com meu seriado do momento, se eu fosse a Rory (coisa que eu não sou, nem me sinto como ela, que fique claro), ele seria o Jess: bonito, inteligente, com tudo pra ser um tudo de bom, com um quê de tristeza, de revolta contra nada, de inconsequência, de total falta de rumo. Mas não a inconsequência charmosa ou divertida da TV. Levantar, ir embora, sem dizer tchau (típico do Jess) é perfeitamente normal, entendível. Eu também já fiz isso alguma vez.

Contei a história em um parágrafo, o que prova que é possível fazê-lo. Mas incuti, quase sem querer, o meu ponto de vista. Leia de novo sem estabelecer relação de causa e efeito (Hume e causalidade é o tema do semestre). Relação nenhuma. Se eu disse que me mexi e uma colher caiu, não estabeleça que a colher caiu porque eu me mexi. Leia só os fatos, sem as relações. As coisas mudam um pouco não? Com essas duas visões em pauta e a simplicidade do evento relatado, podemos falar do surto.

O surto foi que contei isso tudo que aconteceu em três ou quatro páginas, enquanto voltava no último trem. O surto foi que enfiei causa, efeito, sentimento, tudo, no meio da história. Exagerei, transformei preocupação e atração num quase apaixonar, e o meu quase apaixonar já é bem exaltado. O termo certo é surtar mesmo. Fui embora já sentindo a dor dos espinhos das mil rosas roubadas. Da catraca ao interior do metrô, eu já tinha matado o cara, só por ter falado de suicídio, sabendo que ele, como eu, tem uma certa atração pelo assunto ("a volta do suicida" é o nome do CD, com música, voz e violão dele mesmo), e porque tinha falado que as linhas leves da mão indicavam que ele talvez não estivesse vivendo a vida e que as linhas entrelaçadas no lugar da linha do amor indicavam que ele terias várias grandes histórias, algumas ao mesmo tempo, mas não profundas (da onde eu tirei isso, meu Deus???), na minha mente eu já o via cortando os pulsos. Do metrô ao trem andei como quem carrega um corpo nas costas. Parecia uma maluca com aquele olhar de "eu matei alguém, não mereço compaixão". Sentei na escada e comecei a escrever. Escrevi, escrevi, cheguei em Poá, escrevi enquanto andava, em casa, abri o e-mail, mandei um e-mail estranho dizendo que me preocupava, que o próximo post era pra ele (eu pretendia digitar e publicar - impulso bloggístico), que me respondesse se estava vivo. Enviei o tal e-mail meio desesperado. Fui até a cozinha, peguei um pedaço da maravilhosa torta de morango do meu pai. Sentei e reli o que escrevi no trem, enquando conferia o Orkut e comia a torta.

A glicose fazia efeito, o cansaço se acomodava, o vício Orkutiano tomava conta, e eu tive que concordar que escrevera demais, perderia uma hora ou mais digitando. Melhor revisar no metrô pela manhã e digitar na delegacia. Confere e-mail, passeia no Orkut, encontra uma menina que fez 8º série comigo, e tal e coisa, e coisa e tal, já são 4:30h da manhã, melhor ir dormir que sete horas é acordar pra ir trabalhar. As sete e meia, atrasadíssima (só duas horas), banho, roupa correndo, pega o trem, sento e contemplo minha obra da noite anterior. O que era aquilo??? Do que é que eu estava falando??? Rachar represa, quebrar promessa, ciúme da menina alta da semana passada??? Tenho que publicar porque vou dar uma chance a mim mesmo? What Porra is that?! Fui abduzida, colocaram pó na minha bebida? Só falta eu estar numa banheira sem o rim! Não bastasse a porcaria do ataque russo, ainda tinha que vir uma coisa dessas? Respira, respira, respira.

Uma última e profunda respiração. Reconstruí tudo o que fiz ontem. Graças a Deus não tenho aminésia alcoolica ainda. Não rolou strip tease na mesa. O indivíduo em questão já estava bem turbinado e as vezes tem a tal amnésia. Apesar que e-mail não sofre disso, melhor que ele se lembre. Sei lá. Analisei se havia algo de real nos sentimentos que descrevi. Atração? May be, embora eu não goste de caras altos, sem contar, que, hello!, é o Jess, não vai rolar. Preocupação? sim. Não quero que ele fique no caminho, de alguma forma gosto dele, queria poder ajudar, mas é verdade mesmo, eu não sei ensinar, posso explicar o porquê mas não sei dizer o como, só posso continuar acreditanto no potencial. Carinho? Sim, temos pontos interessantes em comum, conversamos uma vez sobre o espírito de uma geração, eu acredito nisso, é confortante saber que tem mais alguém passando por coisas como você. E é só isso.

Ontem prometi não respirar se ele nunca mais me ligar, hoje acho que não ligo se ele não respirar. É um exagero, concordo (só de saber que ele respira, eu já me sinto melhor). Mas estou precisando de chuva, e uma pequena tempestade num copo de cerveja me vai bem...

Comments: postado por: Romy Trinity4:06 PM



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